sábado, 18 de agosto de 2018

Adoro caminhar...

Adoro caminhar...

Pisos, caminhos, ladrilhos,portas, passagens, lugares
São sonhos
São esperanças...
Estou gastando a vida ao andar
Estou usando este veículo para andar por aí e
Captar o mundo
O meu mundo
Ando colecionando belas lembranças, muitas coisas passaram
Nesse andarilhar sonoro
Sou eu passando pelo mundo,
Deixando meu sulco, no sulco dos antigos, um marco para os novos e futuros...
Cada tempo tem seus dissabores e desafios, seus amores e desejos
Eu nada deixo além desse breve andar, andar, andar...
Fernanda Blaya Figueiró



















Sou andarilha de magias







































quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Uma brincadeira: Sr. Comissário!


Sr. Comissário!
Notícias da Terra?
Sim. Continua tudo igual nesse Planeta.
Evoluções?
Muito poucas, continua homocêntrica.
Como assim, isso já não tinha sido superado?
Não. O homocentrismo hoje leva o nome de individualismo.
No que difere do conceito antigo?
Cada célula da sociedade humana se acha o centro do Universo, perderam a noção de unidade e vivem se auto destruindo e com isso agem contra o próprio planeta, chamam de: cortar a própria carne.
Eles acham que podem existir fora do Planeta?
Sim. Pior do que isso acham que o Universo existe para suprir suas necessidades fisiológicas.
Compreendo. O que você fez quando esteve lá?
Vive como todos os outros pois é a única forma de viver lá.
Quer voltar a vida?
Não. Obrigado. Quero ficar na paz eterna do etéreo.

Fernanda Blaya Figueiró

terça-feira, 31 de julho de 2018

Exercício de literatura: Cruzando historias que não se cruzaram.


Exercício de literatura
Vou tentar uma velha tática para desbloquear a criatividade, usar noticias para criar contos. Não conto qual para não tirar a curiosidade, mas é antiga não procure nos jornais de hoje... Tirei de: Rio Antigo - Memórias.
Cruzando histórias que não se cruzaram.
Foi naquele dia que a sua vida mudou, tinha ele uns oito anos quando foi pego com um amigo vendendo um pesado presunto roubado, naquele tempo isso era errado, hoje ainda é, os homens da lei e da ordem pousaram para a fotografia da apreensão. O amigo era mais forte, mais velho, mais bronzeado e tinha o jeito cabisbaixo de quem sabe o que esperar da vida: nada. Os fiscais ao redor dos meninos, em seus trajes de trabalho estavam indignados, o fiscal da alfândega incomodado, o policial armado, mantinha o olhar perdido de quem entende e sente a dor dos meninos. O cão se escondeu só fazia o que sabia: farejar. Suas sombras contam que já passava do meio dia que o sol já buscava o poente, o fotógrafo não cruzou suas histórias com a dele, apenas fazia o que sabia: capturar imagens.- Aqui, preste atenção, a notícia deixa de ser e passa a não ser mais real, aqui exatamente que Fênix ganha asas... Há a notícia e há a abstração dela; a literatura, que coisa, isso não é o Fake, é a criação, tem diferença... - Assim que guardava o equipamento o menino de olhos de águia percebeu uma janela, uma oportunidade, o fiscal da alfândega curvou-se levemente, os fiscais da prefeitura relaxaram de suas poses, o menino percebeu e passando por trás do amigo fugiu, correu, correu, correu... Era franzino, ágil e rápido, se esgueirou pela rua, entre os transeuntes e os carros... Deixou tudo para trás, não soube que o amigo nem viu o lampejo ou ouviu o estampido, da arma do guarda que reagiu a fuga... Tombou inerte ao lado do presunto apreendido... O cão perdeu o menino já lá longe perto dos trilhos do bonde. O fotógrafo nada disso capturou, estava de costas explicou ao delegado. Uma notinha de pé de pagina informava que um perigoso ladrão havia sido morto na fuga e que seu perigoso comparsa estava solto, a polícia estava em seu encalce, a mãe não sabia nada de seu paradeiro, o pai estava colhendo café... O menino correu, nunca mais voltou, foi de cidade em cidade se cortava a grama ganhava um pão ou uma moeda, rachava lenha, ficava pouco tempo em cada lugar, se perguntavam seu nome dizia um qualquer, pois qualquer um servia, se perguntavam sua idade dizia que não sabia... Deixou filhos em alguns cantos, não voltava, nunca voltava, nada dessas vidas ele sabia... Foi naquele dia lindo que sua sorte mudou, que seu rumo se perdeu, nunca soube quem era, nunca parou para sentir medo ou para explicar nada. Hoje de seu só tem os pés rachados, uma camiseta velha, uma bermuda surrada, um boné muito antigo, dos seus oito anos, de sua vida nada lembra, nada sabe. As mãos cansadas trançam palha na aldeia dos Charruas, é quieto como foi a vida toda, mantém o hábito de cruzar as mãos em frente ao corpo, mantém o olhar desafiador, a cabeça reta, o corpo pronto para achar o poente. Posso tirar uma fotografia? Pode não, moça! Isso rouba a alma da gente, me disse uma vez. Não tirei é lógico a fotografia e só agora compreendo o pesar no seu olhar, não digo seu nome porque qualquer um serve, será que essa pequena história também rouba a alma?
Fernanda Blaya Figueiróa

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Minha poética.

Minha poética.

Minha poética mudou, não tenho mais engenho para poemas e menos ainda para contos, não sei o que passou, se fui em quem mudou ou se foi o mundo. Poesia é arte da sensibilidade, as palavras hoje tem menos força poética do que as imagens ou ainda as imagens em movimento, isso não significa qeu o dom e a beleza da palavra tenham desaparecido, eles apenas mudaram. A literatura nunca vai morrer, mas ela também muda, hoje tudo é muito rápido e nessa rapidez as vezes parar e ler fica difícil, ou seja essencial para estar consigo mesmo. Há muito pouco silêncio no mundo. Ler é silencioso então sempre terá as pessoas que gostam dessa antiga arte, dessa forma de estar e ser no mundo. Hoje não me penso uma escritora ou poetisa, mas sim uma blogueira, fazer que já está superado, mas que ainda mantenho... Tem dias que sinto mais vontade de escrever do que em outros, agora criar personagens algo que sempre gostei não tenho mais habilidade, perdi, então atualmente minha poética é essa prosa sem nexo. Gosto mais de escrever do que de ser lida, talvez isso não faça o menor sentido, ainda bem que esse fazer livre  não necessita de sentido ou de explicação.

Fernanda Blaya Figueiró

sábado, 28 de julho de 2018

A Guaipeca Anarquista.


Oi, eu tentei ignorar a política, mas não deu, é muito divertido acompanhar esse circo até reinventei um blog que antes chamava de "Limitado a mim", depois  tentei "Sem tempo para chatice" e ficou muito chique nomeado como "Imaginário das coisas cotidianas, www.lcoisascotidianas.blogspot.com ... 
Mas é só uma vontade de descolar um pouco da realidade... esse continho A Guaipeca Anarquista vou postar lá, se alguém se interessar.

Um continho para variar...
A Guaipeca Anarquista.
Aconteceu assim a Guaipeca Anarquista, ou Anarquista a Guaipeca, como o leitor preferir, era uma linda cadelinha sem raça definida, de olhos castanhos e pelo longo como fios de lã, vivia perdida pela ruas, até que um dia uma Senhora meio do tipo Anarquista a recolheu, alimentou e castrou, porém não podia ficar com ela. Conversa vai, conversa vem e ela foi parar numa longínqua vila de uma cidade grande, entre muros e muita gente. Um dia, ah, um dia, sempre há um dia nas histórias... O dia, pois para ela foi esse, um traficante das vizinhanças fugia da polícia e pulou em seu território: - Oh! Que horror! Em seguida um soldado veio em captura: Oh, que coisa! Guaipeca Anarquista fez o que fazem os cães: Atacou! Quem? Pois então, sendo ela na origem meio tipo Anarquista, e sendo estes contrários aos coturnos, ela mordeu e mordeu e morde, coturno e chinelo, chinelo e coturno... Foi uma mordição e uma confusão, criança gritando, mãe apavorada, traficante esfolado, soldado atordoado. Gente brotando nos muros as pencas como banana madura e onde foi a Guaipeca Anarquista parar? Então... Na prisão. Veja bem que é tudo verdade ou não sei bem se é mesmo, mas foi parar no Xilindró. Corre daqui, corre de lá e sob uma bela fiança, foi Guaipeca solta, mas ficou jurada, se mordesse novamente seria o fim. O Fim! Meu Deus do Céu, e agora? Então, ocorreu que sua fama se espalhou e naquele quintal ninguém mais entrou. Ali vivia a Guaipeca Anarquista, ou Anarquista a Guaipeca, esse quintal fica depois do arco íris, um paraíso dos cães, onde toda a chuva é de água doce e quentinha, os rios de leite e mel, os campos verdes e lindos, as coxilhas boas para brincar, não há cercas ou muros, não há ordem, nem desordem, tudo está resolvido o soldado joga ossos deliciosos para ela, o traficante, se redimiu e conta causos dos tempos antigos, no quintal há brincadeiras e soneca, muita criança brincando e sol com chuva, chuva com sol. Acorda, Guaipeca Anarquista!!! Anarquista Guaipeca!!! Ah, não, só mais um soninho, disse ela com preguiça, hoje não tem nem soldado, nem ladrão, nem casa, nem prisão... Não tem não, só mais um soninho... Essa é a vida lá longe...


Fernanda Blaya Figueiró

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Coisas do pago... trovas pequenas.

Coisas do pago... trovas pequenas... Sobre a série Versailles
Hoje acordei entoando uma velha canção que não lembro de quem é, googuei e não encontrei mas escrevo aqui pois alguém no Rio Grande ainda conhece...
"As trovas pequenas não vou rebater... em mil vozes irã se perder... quero contar coisas do pago, de cuia na mão ao fogo de chão..."
É lindo isso, há trovas que de tão pequenas não vale a pena cansar rebatendo, assim estou para acompanhar a lenga lenga da política nacional, a crise na Nicarágua mostra que a América Latina virou um barril de pólvora, pronta para explodir... Uma jovem estudante brasileira morreu nessa guerra, muitos jovens morrem diariamente em toda a América, somos um continente guerreiro, que ama as armas e onde o poder é exercido por gangues e facções, além do Estados, pois lembrando dos filmes norte americanos fica claro que lá também o jogo de caça entre gatos e ratos é presente e dominante. A esquerda no poder foi um profundo fracasso, usou o Estado para si mesma e destruiu as possibilidades da população crescer e ter autonomia, colocou todos em baixo do tacão das botas de seres como Lula Jararaca, Mujica, Kirchner, Raul Castro ( de memória o nome Fidel já se apagou, que coisa) Maduro, Ortega ... Outros novos bilionários não recordo, mas seus países sofrem as consequência do ataque financeiro que foram seus governos.
2018, 25 de julho, a corrida eleitoral no gigantesco Brasil está desanimada e pouca perspectiva das reais mudanças que o país precisa aparecem, vamos aguardar para ver quem é o candidato menos pior, o que pode nos salvar da sanha por dinheiro dos poderosos que enriqueceram as custas da miséria do povo.
Estou assistindo a uma excelente série Versailles e a corrupção, o desregramento a violência desenfreada do Estado e da Comunidade é assustadoramente parecida aos dias de hoje, Brasília é nossa Versailles? Serão os ministros, deputados, juízes os nobres que vivem, comem, bebem, se drogam e riem na corte do Planalto, as custas do povo que míngua atolado na miséria? Ainda não terminei de ver a série, que foi muito generosa com o Rei Luiz XIV, um exibido de marca maior, o elenco é belo e fantástico, nos faz perceber que ainda há cortes e todo mundo quer estar nelas a qualquer preço.
"As trovas pequenas..."
Fernanda Blaya Figueiró

terça-feira, 24 de julho de 2018

A travessia do rio.

A travessia do rio.

A ponte que liga minha cidade natal Cachoeira do Sul a capital está interditada para reforma, fomos lá para visitar os parentes e confraternizar a boa nova da espera pelo meu primeiro neto Dante. Na ida optamos por um caminho mais longo passando pelo morro do Botucaraí, um lugar lindo e encantador, na volta cruzamos o Rio Jacuí de balsa, como era antigamente. Cachoeira é uma cidade que tem sua força principalmente na economia rural,  enfrentou bem a crise e está bem cuidada. A travessia do rio ganha uma importância maior e uma consciência da força da natureza que a ponte não tem, passamos milhares de vezes sobre o rio e não entramos em contato com ele, não nos conectamos, assim como andamos sempre pelas mesmas ruas e perdemos a magia das ruas pouco conhecidas. A volta da ponte é muito aguardada pois no dia-a-dia a balsa demora, mas para um passeio de domingo é uma lembrança memorável. É uma bela cidade Cachoeira e o rio uma de suas fonte de riqueza, bom lembrar isso na travessia. É desse lugar que eu venho.

Fernanda Blaya Figueiró







quarta-feira, 18 de julho de 2018

Qual será o conteúdo do Dossiê ?

Qual será o conteúdo do Dossiê?

Putin deixou muito claro que há um Dossiê incriminatório sobre Trump, se é verdadeiro não tem como saber, mas pode conter toda a articulação para a manipulação das eleições norte americanas, pode ter e-mails, gravações de reuniões secretas, suborno ou mesmo ações de traição à pátria, como uma aliança secreta para favorecer a Rússia e prejudicar os EUA. Fico pensando onde anda e se é um homem livre Edward Snowden, estaria ele e suas denúncias na base desse documento?
Aqui no Brasil descobrimos com muito asco a intimidade de Lula seu desprezo por parte da população, a gravação em que manda bater no povo é horripilante, pois mostrou do que ele é capaz para se manter poderoso e rico. Depois Dilma mandando o "Bessias" com uma nomeação de Lula como ministro só para fugir da Justiça.
Em que armadilha Trump caiu? Sua desculpa esfarrapada de que queria ter dito outra coisa, para mim que como algumas palavras até faz sentido, mas o conjunto da entrevista dele é claro, ele realmente tentou colocar uma pá de cal no assunto, realmente disse que acreditava em Putin, estaria sendo chantageado? O Dossiê contém coisas antigas ou parte da verdade sobre a sua acensão ao poder?
Terá o povo norte americano que pedir seu Impeachment? São coisas gravíssimas, a Rússia vive uma ditadura, isso ficou muito translúcido na Copa do Mundo, Putin parece ser um líder cruel, ambicioso e implacável na busca de dinheiro. Pois sempre o caso acaba em dinheiro, a máxima dos filmes de investigação 'siga o caminho do dinheiro' serve para esse escândalo que foi o encontro de Trump com Putin, e com o ditador norte coreano, com os líderes do G7, deu as costas para a rainha...
Trump pensa que é um ditador? O que vai acontecer? Obama calçou as chuteiras e entrou em campo, defendeu a democracia, Trump fez um depoimento ridículo negando o que todo mundo ouviu. Uma guerra entre estes dois antigos adversários seria devastadora para o mundo, que já está enfrentando ondas de miséria, a economia não vai bem e não é só aqui no 'terceiro mundo', bateu a porta das potências.
Se eu fosse norte americana estaria pedindo o Impeachment de Trump, pois ele passou dos limites do razoável e pode estar entregando seu pais para seu maior inimigo.

Fernanda Blaya Figueiró

terça-feira, 17 de julho de 2018

Encontro explosivo.

Encontro explosivo.
Trump é uma pessoa muito difícil de entender, sua entrevista ao lado de Putin foi mais louca do que qualquer escritor pudesse prever ou imaginar. Seus rompantes ainda vão dar muita dor de cabeça, não há o que comentar. Para o observador ficou a certeza de que as eleições nos EUA foram influenciadas para colocar Trump no poder, não sei se pelos russos ou por algum espirito jocoso.
O mais interessante foi a declaração de Putin +_: "...eu sei como são feitos os dossiês..."
Como? vamos imaginar!
Dossiê Suspeito.
Nadia Joshefine é uma escritora que tem incomodado muito, mesmo que escreva de distante lugar, sua narrativa chama a atenção de intelectuais sedentos por novidades e ideias para roteiro. Quem é Nadia Joshefine? (nome que acabo de escolher, tive que optar por um qualquer, o que havia escolhido existe uma pessoa assim nomeada e todos os conjuntos que tento parecem ter alguém). Primeira providência é descobrir o que escreve, quem lê e qual o impacto de sua atividade na economia e nas relações de poder, isso feito é preciso colar um observador ou mais, escutas telefônicas, vigilância de todos o passos na rede, investigação de contatos e conexões, busca pelos pontos fracos e defeitos, no caso de não encontrar, todo ser humano tem defeitos, é preciso criar. Dossiês podem sim ser montados ao longo de muitos e muitos anos, ficam dormentes até que sejam necessários. Segundo passo no caso de Nadia Joshefine ter alguma mínima influência e no caso de ser contra os interesses do encomendador do documento (sempre que há um dossiê, ele foi encomendado por alguém), é a difamação: ela é louca, é sexualmente imoral ou enriqueceu ilicitamente. Muito cuidado nessa hora pois colocar holofotes num problema pode criar o efeito contrário ao desejado, podem os opositores do encomendador do dossiê criarem suas próprias narrativas, assim dando vida ao investigado. Há também a possibilidade de brigas internas nas equipes contratadas e o dossiê conter ambiguidades, pode ser a favor ou contra o investigado. Nos tempos modernos pode também haver o roubo de dados e clonagem do dossiê e dos equipamentos de vigilância, sendo os equipamentos de espionagem acessados por mais de um investigador, pois tudo faz parte da rede e pode ser pescado.
Nadia Joshefine nasceu no IP tal, às 8:35, no sul da América Latina, escreveu 251 posts sobre tudo e sobre todos... não foram encontradas descrições do biotipo desta personagem, seus textos não representam nada, nem ameaça, nem base para elaboração de teses ideológicas pró ativas. Nadia Joshefine saiu de casa, foi ao mercado, comprou uma lista de suprimentos, foi a lojas, não encontrou ninguém, não faz parte de seitas religiosas, não participa de comitês ou partidos, não interage com contatos políticos, seria um fantasma?
Um dossiê não contém nenhuma verdade apenas documentações de atos e seres em sua privacidade, conceito extinto na atualidade, para uso político, comercial ou policial.No caso de algum deslise do ser em questão o dossiê será divulgado como verdade e pode levar a morte do investigado, sua prisão, destruição ou institucionalização. Hoje os dossiês começam a ser realizados ao nascer, no berçário do hospital pode ter algum ser suspeito e perigoso, logo tomos temos nossos dossiês e somos todos vigiados, porque Trump e Putin não seriam ?
Pura ficção cria Nadia Joshefine...
Fernanda Blaya Figueiró

P.S: esse vou publicar no Facebook... Me deu vontade.

sábado, 14 de julho de 2018

Pequenas bobagens sobre alguns líderes do Primeiro Mundo

Pequenas bobagens sobre alguns líderes do Primeiro Mundo 

Trump foi ao Reino Unido e teve que se retratar por uma entrevista dada ele se comportou mal, como sempre faz, e acabou ofendendo a primeira ministra Theresa May, a poderosa dama. A paisagem mundial está mudando, o tempo das amenidades está sendo substituído por um de declarações fortes e falta de diplomacia, talvez porque o diálogo dos anos anteriores criou crises e dificuldades principalmente na economia.
Será que os países e seus líderes estão sabendo lidar com o mundo virtual e suas formas de gerar renda, poder e influência nas pessoas? Tereza May tem o típico biotipo Inglês, Trump, Merkel e Putin são muito parecidos entre si, diria eu que em comum devem ter ancestrais germânicos, Macron é um típico jovem francês, um latino,  Shinzō Abe e Xi Jinping são também biologicamente tipicamente um japonês outro  chineses. Estes são os  queridinhos da mídia, os que mais aparecem nos noticiários, depois tem aquele rolo toda do oriente médio com seus poderosos líderes, todos biológica e culturalmente identificados com seus extratos sociais  e suas guerras fratricidas intermináveis.  Então o Primeiro Mundo está sendo liderado por seus perfeitos exemplares, não pense que este é um texto racista, não, é um texto louco mesmo, pois as vezes é preciso 'sair da casinha' para perceber algumas coisas, as pessoas estão deixando acender ao poder seus iguais, o que eles tem em comum: são poderosos, emanam poder, tanto que um homem indisciplinado como Trump teve que se retratar e pedir desculpas. Foi recebido com a pompa e a cerimônia que um Chefe de estado merece e teve que se comportar como um, isso é uma grande novidade e um aprendizado para ele, talvez esse jantar ritualístico coloque um pouco as coisas no rumo certo novamente, o caminho da diplomacia. 

Um pouco diferente mas tão importante quanto foi o Brasil receber oficialmente e com todo o rigor de protocolo o vive presidente Norte Americano Mike Pence, os países estão voltando a se comportar como Nações e mesmo que haja o mundo virtual e sem fronteiras, no mundo geopolítico elas estão sendo reafirmadas, isso é bom. As pessoas, o mundo é feito de pessoas, de indivíduos, elas carregam biológica e culturalmente  algumas características específicas na forma como pensam,agem, tomam decisões, se comportam. Dentro de um mesmo grupo étnico há indivíduos com habilidades diferentes, porque o mundo precisa para funcionar bem destas competências, somos como um organismo cada um sabe fazer uma determinada tarefa e encontrar no que você é bom faz parte da jornada da vida o famoso: conhece-te a ti mesmo. 

Eu olho para estes personagens todos como quem vai ao teatro, estou assistindo a vida acontecendo e sendo parte da narrativa dela ao mesmo tempo. 
No meu país vejo uma segmentação porque somos um povo profundamente miscigenado, somos o Brasil, os brasileiros, mas cada um guarda e mantém um orgulho e um sentimento de pertencimento ancestral muito forte. Brasileiros eurodescendentes, brasileiros afrodescendentes, brasileiros oriental descentes e assim por diante. Não sabemos exatamente quem somos, que líderes melhor nos representam e principalmente não nos ocupamos da política deste país no qual nascemos, vivemos, evoluímos, mas não nos sentimos parte do país. Alguns de nós é claro, eu me sinto brasileira, sei que tenho todos os sangues e todas as memórias, as formas de ver, perceber e reagir, que variam conforme a situação. 
Aqui tem uma expressão muito forte "Eles que são brancos que se entendam" e isso está acontecendo, os "brancos" estão se entendendo e vão frear o exibicionismo de Trump, que é contestado até em seu país ou por parte de sua população. Ao Brasil resta resgatar o orgulho de ser brasileiro, o amor a terra, sem se tornar populista, nacionalista, o respeito as diferenças sem necessariamente o isolamento das comunidades, a percepção de que todos aqui somos brasileiros e cada um pode trazer o que aprendeu com seus ancestrais para contribuir na vida cotidiana do país. Se a política ficou assim tão deturpada foi porque permitimos, inclusive com uma narrativa histórica que despreza os líderes, ridiculariza o povo, cria divisões artificiais baseadas no ódio. Eu escrevo coisas que ninguém quer ler, logo a forma de atacar a escrita é atacando a escritora, não tem problema que sei bem identificar e responder aos ataques e uso a velha tática de 'se fingir de morto', muito útil na sobrevivência. Por isso reativei esse blog e vou escreve aqui, de dentro do armário, não vou postar no face para aliviar o leitor que se sente incomodado com o que escrevo. Não sei se aqui será público ou não, mas assino todos os textos, no outro blog mesmo a escrita fica escondida, assim eu posso andar pela cidade sem o olhar observador e de ódio de quem não gosta do que escrevo, logo não gosta de mim. Os robozinhos amigos já me acharam e é para vocês que estão remodelando o mundo que escrevo.
Fernanda Blaya Figueiró

quinta-feira, 12 de julho de 2018

O mundo é formatado para aceitar um só tipo de ser.

escrever por escrever...

O mundo é formatado para aceitar um só tipo de ser.

O respeito ao diferente está acada dia mais difícil, tudo o que for comportamento ou aparência "não convencional" é considerado doença, é muito chato isso,  no fundo é apenas um grande e poderoso mercado, o da padronização dos seres. Somos diferentes uns dos outros e isso não é anormal, não precisa entrar no 'padrão'. Ao invés de modificar a educação, a sociedade está tentando modificar o ser humano a base de medicamentos para continuar com um modelo errado de domesticação e padronização dos seres. Com o tempo só virá ao mundo um tipo específico de ser humano, os outros serão eliminados por seleção artificial. Quem irá sobreviver? Não sei. Mas, o mundo está mudando e as 'imperfeições' serão eliminadas, será que isso tornaria a humanidade melhor? Provavelmente não, mas em breve descobriremos, acredito.
Se queremos prever o futuro devemos olhar para o passado e as coisas que já aconteceram, dos erros e acertos das gerações anteriores nascerão as soluções e problemas do futuro. Não se elimina a violência sendo violento, isso já foi provado, a pressão social, a fome, a miséria levam a sociedade a se tornar mais violenta e desinteressante, tentar 'igualar' a força as pessoas não funciona, tira a vontade de ser, a capacidade de criar e sonhar. É melhor, creio eu sem ciência nenhuma, entender o ser humano do que tentar moldá-lo. Há diferentes seres e cada um é necessário para algum tipo de atividade ou de experiência no mundo, querer que todos sejam iguais biologicamente é um erro, comportamentalmente também. Acho que seria mais produtivo para uma sociedade entender e respeitar as diferenças e as características das pessoas do que impor uma uniformização, mas ela vai acontecer. Em breve, com o avanço da tecnologia os seres serão cada vez mais padronizados e estratificados. Ainda vivemos em castas e em grupos impenetráveis, os universos paralelos acontecem aqui mesmo, nesse planeta e nessa fatia de tempo, com esse grupo de seres que lutam por poder, hegemonia e dinheiro.

Fernanda Blaya Figueiró

Sem tempo para chatice.

Sem tempo para chatice.

Me dei férias no outro blog, mas vou continuar aqui, acho que como esse endereço não é conhecido menos gente ainda lerá. Isso é ótimo, pois o texto fica semi público.
A política está muito, mas muito chata, as redes sociais também, muito policiamento.
Escrever na atualidade virou motivo de ridicularização, a mediocridade tomou conta de tudo, tudo tem que ser superficial. vamos ver quanto tempo os robozinhos levam para encontrar esse.